segunda-feira, 18 de junho de 2012

Meu jeito de ver a vida!

Bem, se me perguntar como enxergo o mundo, as pessoa, a vida; talvez a resposta não o satisfaça. Mas como esta escrita à cima, é o MEU jeito de ver a vida.

Bom, no mundo, o que vejo é;  Música, Dança, Amizade, Paz, Guerra, Vida, Morte, Saudade, Alegria, Dor, Amor, e... Eu! Tá aí, mas porquê “eu”?

Porque vejo a MÚSICA nos olhos de quem a escuta.

Vejo a DANÇA  nos movimentos, no andar, no corpo de quem a pratica.

Vejo amizade indo e vindo. E aquele tipo de AMIZADE que não tem fim.

Vejo PAZ nos olhos de uma criança

E ao contrário, vejo GUERRA, nos corações dos homens, uma guerra que eles não se contentam e te- lá apenas para si, querem partilha- lá com o mundo.

VIDA nas pessoas que ainda tentam fazer deste mundo um lugar mais habitável.

MORTE nos seres que destoem os sonhos de quem tem esperança.

SAUDADE após uma despedida por quem a alma ainda sente compaixão e;

ALEGRIA ao reencontro dessa despedida.

Vejo DOR na vida de quem já perdeu alguém, de quem já desistiu de tudo, de quem já abriu mão de seus sonhos por algo passageiro.

E por quase fim, AMOR. Vejo o amor dentro de cada um. Amor dentro de crianças, amor dentro dos bons, e maus. Aqueles que não sabem que o possuem. Aqueles que nunca foram amados ou não sabem o que é o amor.

Mas ok... E o “EU” que não foi dito até agora? O “EU” querido leitor, somos todos nós... Eu, você, q     eu vemos tudo isso em muito mais no nosso cotidiano. O “EU” que fica ao redor de tudo isso num mundo que tem muito a oferecer a muitos que não dão valor. Por eu, e creio que você também, tem esperanças de ver tudo isso ter um fim. Esperança de que um dia sejamos todos iguais, sem julgamento nem diferença de classe social.

Fomos todos criados por um só. Com um único propósito. O propósito de... Ops... Não posso dizer, não é trabalho mau dizer a vocês para que forem criados. Cabe a cada um perguntar a si mesmo: para quê eu fui criado? E, qual o meu propósito? Sabe a resposta? Não? Pois é... Só paramos pra pensar na resposta a partir do momento em que a pergunta é importa!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

VOCÊ.

O que aconteceu? Porque estamos tão distantes um do outro? Logo nós que era- mos acostumados a estar sempre juntos... E olha agora... Você nem fala mais comigo. Isso machuca sabia? É isso dói muito. Você acha que não, mas se eu pudesse, voltaria no tempo e faria tudo diferente. Eu te amaria mais, não que eu não te amasse antes, pelo contrário, mas acho que meu amor não foi suficiente pra você. Eu causei tudo isso, eu sei. Mas não fui só eu. Eu queria o melhor pra nós dois. Eu sempre quis que fosse- mos felizes juntos... Mas meus planos não deram certo.
                                                        
Como diz a música: “E de repente o destino leva, cada um pro seu lugar. Sem perceber, você está distante. E isso me preocupa mais.” Eu começo a entender isso. O destino acabou nos separando. Talvez eu não saiba o motivo. Talvez, nem você saiba o motivo, mas agora está cada um em seu lugar. Estamos agora perto de nosso futuro... E o que pensamos dele? Eu, sinceramente, acho que essa pergunta ainda vaga na minha mente. Eu só tinha certeza de uma coisa... Você. Você era minha única certeza e razão. Eu gostava de estar ao seu lado. De te sentir. Eu adorava me sentir amada.

Agora... Bem, agora nada mais é assim. Agora eu estou só. Prestes a fazer besteira, por perceber que sem você, eu não vivo. É o que desejo... Parar de viver. No início foi duro pra mim, confesso... Mas agora, acho que já estou acostumada a dor. A esse vazio que já é parte de mim. Você talvez não saiba o que ainda sinto. Você, talvez não faça ideia do quanto ainda te quero. Mas eu vou ficar bem, eu sempre fico.

Eu só gostaria que ainda fosse- mos amigos, porque ficar longe de você, dói. Muito ainda. Eu ainda sinto algo forte, mas tento entender que você não sente o mesmo. Talvez nós não sejamos feitos um para o outro. Mas agora, eu entendo o porquê me apaixonei por você. Eu me apaixonei por você pelo simples fato de você ser apenas... O título deste texto.  

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Um Abraço

Aii, o amor.
O amor, um sentimento muito forte e difícil de ser compreendido. Uma hora agente ama e na outra, não se sabe mais.  Mas o que fazer com isso? Com esse sentimento que às vezes não sabemos como lhe dar com ele? Eu estou nesta situação. E por sua causa. Mas não, não se sinta culpado por isso. Eu culpo a mim mesmo por amar alguém que não entende isso. Sei que nem sempre na vida nos daremos bem, mas eu hoje, Sá gostaria que você soubesse disso. Soubesse o que sei... o que, por você, sinto.

Para começar, bem... Não tenho nada a dizer além de um “Eu Te Amo”, mas vou explicar o sentido e razão desta frase.

Eu Te Amo pelo que você é. Por me fazer perceber que nem tudo na vida é como eu pensava. Eu Te Amo por estar com você, e mesmo perto, sentir sua falta. Amo pelo fato de você me fazer ver a vida de outro jeito.

Eu Te Amo por talvez nem saber o porque. Eu Te Amo por sempre te querer. Eu Te Amo e sei que vou sempre te amar. Eu Te Amo e sei que esse amor pode adormecer mais jamais diminuir.

Eu Te Amo, mas isso não é o bastante, pois sei que já achou alguém que te faz feliz. Eu Te Amo, mas peço perdão a você por isso. Eu Te Amo mas acho que é impossível que eu consiga viver sabendo que alguém pode estar ao seu lado... Alguém que não seja eu. Eu Te Amo, mas me preocuparei sempre com você.

Uma história de amor, pra que seja boa precisa haver amor dos dois lados... no meu caso... Bem, no meu caso eu já notei que terei que viver com a dor. Que terei que fingir que estou vivendo como uma pessoa normal. Mas já estou acostumado a isso... Só quero que me prometa uma coisa...

Se prometer continue lendo, se não, pare por aqui.

Se continuou lendo, creio que tenhas prometido... ok, quero que você prometa que nossa amizade será eterna. Que não haverá nada, nada que possa abete.

Só quero poder apenas te ver, te abraçar... Ficarei satisfeito com isso.

Então é só... É o que tenho a lhe pedir... E se eu pedisse algo mais você me daria? Uma última coisa? Por favor? Eu só queria, agora, um abraço... Teu!